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Escrito por Eduardo Conzo)
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Segunda, 08 Março 2010 12:32 |
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(Maputo) Técnicos moçambicanos do Ministério da Saúde e parceiros de desenvolvimento dizem-se empenhados na busca de mecanismos mais eficientes capazes de dar uma resposta satisfatória para a redução, a curto prazo, da desnutrição crónica no país.
Para o efeito, as partes encontram-se reunidos desde ontem em Maputo, para encontrar estratégias e elaborar um Plano de Acção Nacional e Multissectorial de redução da desnutrição crónica. Trata-se de um instrumento, que se acredita, venha trazer uma maior dinâmica no combate a esta doença que assola milhares de crianças moçambicanas em idade menor de cinco anos.
O encontro segundo deu a conhecer Secretario Permanente do MISAU, José Tomo, pretende atrair consensos sobre a magnitude e os papeis dos intervenientes que vai culminar com a assinatura de uma declaração de compromisso entre o Governo de Moçambique e os parceiros de desenvolvimento que trabalham na área de saúde.
Em Moçambique, estima-se que mais de 44% das crianças sofrem desta doença. “Apesar de a doença ter reduzido de 48% em 3003 para 44% em 2008, esta continua a pertencer a escala mais alta de acordo com as normas da Organização Mundial de Saúde”, disse José Tomo.
A desnutrição crónica é responsável por 45% da mortalidade infantil e se não for corrigida durante os primeiros anos da vida, a sua reversão torna-se impossível. Entre os principais factores que influenciam esta doença, destacam - se o estado de saúde e nutrição da mãe antes e durante a gravidez, a qualidade da alimentação da criança, os cuidados que a criança recebe nos primeiros dois anos de vida e o saneamento do ambiente.
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