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Escrito por Redacção/CIP/AWEPA
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Segunda, 02 Novembro 2009 15:07 |
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Página 1 de 2 Escrutínio de 28 de Outubro - para os observadores eleitorais internacionais, há secretismo excessivo e estranho no trabalho dos órgãos eleitorais
EISA, Instituto Eleitoral para a África Austral, acrescentou mais críticas à Comissão Nacional de Eleições, CNE, numa declaração divulgada sábado. O problema começou com a selecção dos membros da CNE da sociedade civil. “A transparência na selecção dos nomeados pela sociedade civil foi questionável, pondo assim em dúvida a integridade, imparcialidade e independência da CNE” – considera o EISA.
Aliás, esta questão vem sendo bastante discutida no país, pois suspeita-se que maior parte das Organizações da Sociedade Civil moçambicanas andem à reboque do partido no poder, a Frelimo. Usando palavras idênticas às usadas pelos observadores da Commonwealth e União Europeia, o EISA disse que ”são necessárias melhorias para equilibrar o terreno do jogo, oferecer oportunidades iguais a todos os jogadores e fortalecer a transparência do processo eleitoral” O EISA prosseguiu: ”A Missão encoraja a CNE a demonstrar mais transparência na administração do processo eleitoral. Decisões devem ser explicados atempadamente a todos os intervenientes sempre que necessário.” O Fórum Parlamentar da SADC, emitiu uma declaração esta manhã, dizendo que a CNE falhou em não partilhar informação com todos os intervenientes em devido tempo.
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