A Riversdale Moçambique pretende construir um ramal ferroviário até à linha do Sena e um depósito de carvão para armazenar o produto extraído da mina de Benga, distrito de Moatize, província de Tete. Fonte da Riversdale Moçambique, subsidiária do grupo australiano Riversdale Mining, não adiantou, contudo, pormenores sobre a localização ou as dimensões do depósito de carvão, onde a produção será mantida até ao seu escoamento. Porém, a fonte adiantou que a proposta do projecto será nesta quinta-feira publicamente apresentada em Moatize.A Riversdale Mining pretende iniciar a exploração de carvão a partir do início de 2011, devendo a exportação começar a processar-se no segundo trimestre do ano.
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Pelo menos três troços, nomeadamente Maputo/Maxixe, Beira/Machipanda e Vanduzi/Changara passarão à gestão privada, com vista a garantir a sua manutenção permanente e propiciando, deste modo, melhores condições de circulação e segurança rodoviária. As estradas foram reabilitadas pelo Estado e, já há um concurso público lançado, recentemente, pela Administração Nacional de Estradas e o Fundo de Estradas para a concessão das vias.
A companhia norte-americana Anadarko Petroleum confirmou a presença de petróleo na Bacia do Rovuma, norte de Moçambique. Segundo a ministra dos Recursos Minerais, Esperança Bias, a presença de petróleo associado ao gás naquela bacia foi detectada a uma profundidade de 5100 metros. “Dizemos que há presença de petróleo porque ainda é necessário confirmar, através de pelo menos mais três furos que serão feitos, se essa presença significa uma descoberta comercial”, disse a governante.
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O Conselho de Ministros aprovou nesta terça-feira em Maputo o projecto de construção da Hidroeléctrica de Mpanda Nkua, que se vai tornar na segunda maior do país, orçada em 1,5 mil milhões de euros. Segundo informações prestadas aos jornalistas pelo ministro da Energia, Salvador Namburete, no final da sessão semanal do conselho de ministros, a hidroeléctrica será construída na província de Tete, centro de Moçambique, e iniciará a produção de energia dentro de cinco ou seis anos, a contar a partir de finais de 2011. A instalação do projecto nas águas do Zambeze foi muito contestada pelos ambientalistas que apelavam ao governo para que esclarecesse melhor os custos e os benefícios do projecto.
Uma Coligação de Organizações da Sociedade Civil moçambicana focalizada sobre temas da liberdade de expressão, liberdade de imprensa e acesso dos cidadãos à informação vai ser constituída e lançada nesta quinta-feira, em Maputo, em conferência nacional.
A Coligação da Sociedade Civil sobre Direito de Acesso à Informação, abreviadamente designada por Coligação DAI é uma iniciativa do MISA Moçambique, em parceria com o Sindicato Nacional de Jornalistas (SNJ) e o Fórum Nacional das Rádios Comunitárias (FORCOM). Envolve igualmente mais de duas dezenas de organizações cívicas fundadoras, com missões focalizadas no domínio da defesa e promoção dos direitos humanos e governação democrática. Na Conferência constitutiva as organizações fundadoras e outras interessadas deverão discutir, aprovar e assinar um Memorando de Entendimento, em cujos termos ficará inscrito o escopo principal da Coligação DAI, áreas de enfoque, prioridades e formas de funcionamento.
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